William
No ensino fundamental pelo que me lembro eu era muito ruim na
escrita e em matemática .Minha melhora ocorreu quando comecei a trabalhar nos
finais de semana com um verdureiro, eu tinha que fazer as placas com os nomes
anotar os produtos na caderneta e preços das mercadorias, cada vez que escrevia
errado era um sermão do dono, nas contas era a mesma coisa tinha que calcular
tudo de cabeça e o dono falava que quem usava calculadora era burro, tinha que
treinar o cérebro ,estudar a tabuada , no começo sofria muito. Depois disto
melhorei muito na escola tinha que escrever direito para não fazer feio com o
verdureiro.
O que me ajudou na parte leitora foi minha curiosidade desde pequeno,sempre li livros técnicos , se estava interessado no tema lia tudo que encontrava ,como funciona para que serve etc.Não lembro de ter lido um livro não técnico na escola mas os livros técnicos quase todos, com 13 anos fiz um curso técnico por correspondência que utilizo até hoje.Sei que preciso criar o hábito de ler outros temas e não é por falta de livros tenho vários o que falta é tempo.
Hoje incentivo meus alunos a serem mais curiosos ,pesquisarem sobre qualquer tema que gostem. Acho que quanto mais eles praticarem a leitura mais irão aprender a escrever corretamente.
O que me ajudou na parte leitora foi minha curiosidade desde pequeno,sempre li livros técnicos , se estava interessado no tema lia tudo que encontrava ,como funciona para que serve etc.Não lembro de ter lido um livro não técnico na escola mas os livros técnicos quase todos, com 13 anos fiz um curso técnico por correspondência que utilizo até hoje.Sei que preciso criar o hábito de ler outros temas e não é por falta de livros tenho vários o que falta é tempo.
Hoje incentivo meus alunos a serem mais curiosos ,pesquisarem sobre qualquer tema que gostem. Acho que quanto mais eles praticarem a leitura mais irão aprender a escrever corretamente.
Fabiana Bomk Luchini
Minha iniciação pela leitura começou vendo minha avó que na época era aposentada e minha mãe que liam um livro atrás de outro, mas eu tinha muitas preguiça, detestava ler, não gostava da escola, e sempre que tinha que fazer os resumos, eu até que tentava, mas nunca dava tempo e acabava pedindo para minha avó ler o livro e fazer o resumo e eu copiava.
Aos vinte anos larguei os estudos e comecei a ler para preencher meu tempo, passei a gostar até de história, que nunca gostei, porque nos livros eu vivia junto com os personagens, o autor descrevia as roupas, as comidas, os costumes e as casas; foi quando comecei a ler, e voltei a estudar quando meu filho nasceu depois de ter parado os estudos por uns 6 anos, eu ia até a biblioteca para tentar entender oque o professor falava, e estudei muito sozinha aprendendo com os livros, hoje sou efetiva no estado, mas sei o quando passei para chegar até aqui. Este é um pouquinho da minha realidade. Beijos a todos.
Jessé Gonçalves
Tomei gosto pela leitura
ainda muito novo, quando ainda estava aprendendo a ler no primeiro ano do
ensino fundamental. Lembro que a professora do 1º ano tomava a lição (era assim
que diziam) e tínhamos que ler diversas palavras e frases. Lia tudo
corretamente, sem erros. Ler era para mim nesta época uma novidade muito boa,
dessa forma, lia de tudo no inicio: anúncio em outdoor, recados, livros de
receita, panfletos e tudo quando eram frases, palavras e textos que encontrava
pela frente.
Antes ainda de entrar para o 1º Ano, minha irmã, três anos mais velha, lia diversos contos e histórias para nós, eu e meu irmão mais novo. Ficávamos atentos a cada detalhe e, quando o livro era extenso, lia um pouco por dia e, assim, como uma novela ia seguindo as histórias atentamente dia-a-dia.
Lembro que no bairro onde morava na infância, havia um terreno baldio e num belo dia, um caminhão descarregou juntamente com um monte de entulho, uma quantidade enorme de livros usados. Pegamos diversos livros entre os entulhos, um dos livros não sai da memória até hoje no qual o título era “Verde era o coração da montanha”. Minha irmã leu para nós este livro que ficou guardado na lembrança até hoje.
Na adolescência gostava de ler gibis e livros juvenis, principalmente da série vaga-lume (Pedro Bandeira, Marcos Rey e companhia). Hoje temos a biblioteca na escola, e dá gosto ver os alunos levando livro para ler em casa. Acredito que este trabalho dos professores da sala de leitura é muito importante. Na minha época no ensino fundamental II, a biblioteca que era restrita apenas a leitura na escola, liberou para que os alunos levassem livro para casa. Lembro que me diverti muito escolhendo os livros e lendo em casa juntamente com meus irmãos.
Acredito que a leitura e escrita são indissociáveis: “quem lê escreve”. Dessa forma, no ensino médio tomei gosto por escrever, tinha um caderno de poemas e escrevia contos, poesias e músicas. Até hoje adoro ler, o último livro que li foi há duas semanas “Morros dos Ventos Uivantes” e agora estou lendo “Crime e Castigo”. Acredito que o Professor que tem o gosto pela leitura e escrita, influência de forma positiva seus alunos, utilizando-se de diversas estratégias para despertar a competência leitora e escritora que está dentro de cada um.
Acredito que a leitura e a escrita liberta, constroem sonhos e abre portas. Por este motivo, em minhas aulas sempre vai haver algo para ler e algo para escrever. Quem lê constrói pontes indestrutíveis, diz o que pensa, mesmo quando ninguém quer ouvir. A leitura enche uma mente vazia de ideias e a mente expressa através da escrita a dor, a alegria, o amor, enfim, todos os sentimentos, transformando nosso pequeno mundo em um mundo grande, cheio de possibilidades.
Antes ainda de entrar para o 1º Ano, minha irmã, três anos mais velha, lia diversos contos e histórias para nós, eu e meu irmão mais novo. Ficávamos atentos a cada detalhe e, quando o livro era extenso, lia um pouco por dia e, assim, como uma novela ia seguindo as histórias atentamente dia-a-dia.
Lembro que no bairro onde morava na infância, havia um terreno baldio e num belo dia, um caminhão descarregou juntamente com um monte de entulho, uma quantidade enorme de livros usados. Pegamos diversos livros entre os entulhos, um dos livros não sai da memória até hoje no qual o título era “Verde era o coração da montanha”. Minha irmã leu para nós este livro que ficou guardado na lembrança até hoje.
Na adolescência gostava de ler gibis e livros juvenis, principalmente da série vaga-lume (Pedro Bandeira, Marcos Rey e companhia). Hoje temos a biblioteca na escola, e dá gosto ver os alunos levando livro para ler em casa. Acredito que este trabalho dos professores da sala de leitura é muito importante. Na minha época no ensino fundamental II, a biblioteca que era restrita apenas a leitura na escola, liberou para que os alunos levassem livro para casa. Lembro que me diverti muito escolhendo os livros e lendo em casa juntamente com meus irmãos.
Acredito que a leitura e escrita são indissociáveis: “quem lê escreve”. Dessa forma, no ensino médio tomei gosto por escrever, tinha um caderno de poemas e escrevia contos, poesias e músicas. Até hoje adoro ler, o último livro que li foi há duas semanas “Morros dos Ventos Uivantes” e agora estou lendo “Crime e Castigo”. Acredito que o Professor que tem o gosto pela leitura e escrita, influência de forma positiva seus alunos, utilizando-se de diversas estratégias para despertar a competência leitora e escritora que está dentro de cada um.
Acredito que a leitura e a escrita liberta, constroem sonhos e abre portas. Por este motivo, em minhas aulas sempre vai haver algo para ler e algo para escrever. Quem lê constrói pontes indestrutíveis, diz o que pensa, mesmo quando ninguém quer ouvir. A leitura enche uma mente vazia de ideias e a mente expressa através da escrita a dor, a alegria, o amor, enfim, todos os sentimentos, transformando nosso pequeno mundo em um mundo grande, cheio de possibilidades.
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